Vila Galé assume Hotel Eco Resort do Cabo

A partir de setembro, o grupo hoteleiro português Vila Galé assumirá a administração do Eco Resort do Cabo, localizado à beira-mar no Cabo de Santo Agostinho (a aproximadamente 50 km do Recife, a meio caminho entre Recife e Porto de Galinhas), e que pertence à Funcef  – fundo de pensão da Caixa Econômica; a reinauguração do hotel está prevista para novembro.

Os portugueses já anunciaram a intenção de investir R$ 10 milhões nos próximos três anos, como forma de aumentar a taxa de ocupação do hotel, que atualmente encontra-se em pífios 35%.

Desde 31 de outubro de 2007, o resort funciona sem a bandeira de uma grande rede hoteleira; o hotel já foi operado duas vezes pelo grupo mexicano Posadas e pela brasileira Blue Tree Hotels. O resort tem área construída de 32.300 metros quadrados, 300 apartamentos, saunas, centro de convenções e eventos, piscinas e quatro restaurantes.

Os problemas do resort começaram no final de 2005 com a morte de uma criança por ingestão de comida contaminada. Na época, o hotel funcionava com a marca Blue Tree, e o incidente manchou a imagem da empresa. Em junho de 2006, a Funcef rescindiu o contrato com a Blue Tree.

Após seis meses de reformas, avaliadas em R$ 10 milhões, o resort foi reaberto em dezembro de 2007 com a marca Caesar Park, do Posadas; esse contrato também durou pouco: um ano e meio. O Posadas rescindiu o contrato alegando ter acumulado, no período, um prejuízo de R$ 8 milhões.

Somente este ano, o Vila Galé investirá R$ 600 mil. Por enquanto, pelo menos, não se fala em alteração no número de funcionários. “Temos em mente recuperar a média de ocupação do hotel, mas ainda é prematuro dizermos qual será nossa meta ou quando atingiremos determinado nível. Agora, uma coisa é certa: temos que aumentar a rentabilidade do resort”, afirma.

Fica a expectativa de que a nova administração lance promoções para atrair hóspedes e tentar levantar a imagem do hotel. De 2005 para cá, diversos novos resorts foram lançados em Porto de Galinhas, que concorrem diretamente com o Eco Resort, como por exemplo o Nanai e o Summerville.

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Pratos típicos de Pernambuco

A riqueza cultural de Pernambuco, resultado de um secular cruzamento cultural que combinou  costumes portugueses, índios e africanos, reflete-se na culinária.

Recife tem um dos polos gastronômicos mais ricos do Brasil (certamente o maior do Nordeste, e possivelmente o segundo maior do Brasil); pode-se passar semanas na cidade provando bons pratos, de massas a carnes a frutos do mar.

A intenção desse post, entretanto, é chamar a atenção para alguns pratos que se associam especificamente ao Recife e Pernambuco; evidentemente, podem ser encontrados em outros Estados, particularmente os vizinhos no Nordeste, mas com menor frequência (e, portanto, menos expertise no preparo).

Dois exemplos são o arrumadinho e o escondidinho. Trata-se de petiscos compostos de ingredientes regionais diversos, os principais sendo feijão verde, charque picada, macaxeira (em forma de purê, ou, como se diz por aqui, macaxeira machucada), farofa da terra, cebola e coentro. Os ingredientes são dispostos de forma que os ingredientes fiquem separados (arrumadinho), com eventualmente um deles recoberto pelos demais (escondidinho). Serve-se à mesa com diversos garfos, o prato é dividido durante uma conversa com cerveja.

arrumadinho

Peixes e frutos do mar abundam por todo o Nordeste. No Recife, um crustáceo muito apreciado é o guaiamum, que é da mesma família do caranguejo, mas cresce em águas de mangue; outra diferença significativa é que o guaiamum pode ser criado (cevado) em cativeiro, enquanto o caranguejo tem que ser consumido logo após a pesca.

Existem diversos restaurantes que cevam o guaiamum em criadouros à vista dos clientes (o mais conhecido é o Guaiamum Gigante, mas ele pode ser encontrado mesmo em alguns bares populares); os guaiamuns são separados por tamanho (e por preço), e o cliente pode escolher qual deseja consumir.

Há quem prefira carne, e nesse quesito o prato mais tradicional é a carne de sol – que é bastante popular desde o Sergipe até o Maranhão; toda essa região foi usada como área para criadouro de gado durante a Colônia e o Império, e a técnica de desidratação da carne utilizando-se o calor do sol disseminou-se por toda a região (no Sul, a desidratação era feita utilizando-se sal, o que gerou o charque, primo da carne de sol).

Para uma carne ainda mais típica de Pernambuco, a sugestão é a carne de bode.  O bode, diferentemente da vaca, do porco e mesmo do carneiro, é um animal que acumula pouca gordura, e por isso sua carne nunca foi vista como muito apetitosa; a buchada de bode, prato tradicional do sertão nordestino, é preparada com os miolos do animal, e não com a carne.

A carne do bode, entretanto, há muito tempo é consumida em alguns redutos de Pernambuco; em Petrolina, o bodódromo ganhou fama como maior centro gastronômico de bode do Estado.

Há alguns anos, alguns restaurantes do Recife começaram a introduzir bode em seus cardápios. A princípio, de forma discreta, preparada segundo os costumes trazidos do sertão. Aos poucos, a aceitação foi crescendo, e os cardápios foram se diversificando; recentemente, com a divulgação de que a carne do bode é saudável (justamente por causa dos baixos níveis de gordura), a carne de bode caiu na moda e espalhou-se por toda a cidade.

Um dos pioneiros, Entre Amigos O Bode, que no início dos anos 2000 era um modesto restaurante (eu morava a poucos metros de lá, e várias vezes utilizei 0 serviço self-service que incluía guizado de bode) tornou-se um dos points mais movimentados do Recife; atualmente, todos os restaurantes regionais de Recife oferecem alguma forma de carne de bode.


Baobás do Recife

O baobá (nome científico: Adansonia digitata), também conhecido por embodeiro ou árvore da vida, é uma árvore quechega a viver centenas de anos e medir até 30 metros de altura e 20 de circunferência; a espécie foi imortalizada no livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupery.

O baobá é de origem africana e não há registros de como ela chegou ao Recife; possivelmente, veio com alguns escravos africanos (ou seus traficantes), ou foi trazida pelo Conde Maurício de Nassau; o certo é que o baobá adaptou-se muito bem a Pernambuco.

Pernambuco é o Estado com o maior número de baobás catalogados oficialmente no Brasil, com 16 exemplares, 11 dos quais no Recife. No vizinho Rio Grande do Norte, há registros de baobás em Natal (esse baobá foi batizado de baobá do Diógenes e, segundo alguns estudiosos, teria sido o exemplar que Saint-Exupery teria de fato visto quando de sua passagem pelo Brasil), em Nísia Floresta, em Pedro Velho e a impressionante marca de 11 baobás em Açu. Em Fortaleza, existe um baobá na Praça do Passeio Público (ver relação dos baobás no Brasil).

Com esses números, Recife se auto-intitula a cidade dos baobás fora da África. Mas o que poderia tornar-se atrativo turístico, não o faz porque não recebe a devida atenção do poder público. E esse descaso mantém parte dos exemplares desconhecidos da população.

O mais famoso dos baobás do Recife está na Praça da República, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no bairro de Santo Antônio (foto abaixo). Todos os dias, turistas e visitantes locais posam para fotos ao lado da árvore; apesar do status de estrela, chega a sofrer pichações no tronco.

baoba-recife

Outros exemplares estão em situação ainda pior; acesso difícil, vandalismo e falta de cuidados são alguns dos problemas.

Um dos baobás mais antigos e de tronco mais grosso, com aproximadamente 16 metros de circunferência, está praticamente abandonado, na Rua Madre Loyola, nas Graças, Zona Norte; num local de difícil acesso, cercado de mato, entre o Rio Capibaribe e um muro e sem placa de identificação, fica à mercê dos que cortam seus galhos e depredam o tronco.

No Poço da Panela, Zona Norte, o baobá da Rua Marquês de Tamandaré também não tem placa indicativa; uma mureta de cimento foi construída sobre as raízes da árvore, localizada próxima a um condomínio.

Atrás do Mercado da Encruzilhada, Zona Norte, está um dos mais jovens baobás tombados, com pouco mais de 20 anos; foi plantado em 1985 pela Prefeitura do Recife num “movimento pelo resgate de alguns símbolos do Recife”, como explica o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), então prefeito da cidade – responsável pelo tombamento de seis dos 11 baobás. Na mesma época, a administração municipal plantou mudas na Praça Chora Menino, no Paissandu, área central, e no Engenho do Meio, Zona Oeste. Esses exemplares não são tombados.

No Fundão, Zona Norte, o baobá centenário apelidado de barriguda é protegido apenas por um gradil, que não impede pichações na planta, nem o acúmulo de lixo e detritos em seu entorno.  “Em outras cidades, o potencial turístico dessas árvores é aproveitado. Aqui, apesar de ser um símbolo, é subestimado pelo poder público”, critica o funcionário público e turismólogo Fernando Batista, pesquisador de baobás.

A Prefeitura pretende mudar esse quadro de abandono. Segundo o diretor de Meio Ambiente da Prefeitura do Recife, Mauro Buarque, o município está concluindo um roteiro para incentivar a exploração turística dos baobás. “A partir disso, tentaremos captar recursos com o setor privado e também propor a adoção das árvores, como acontece com praças e parques, incentivando, também, a divulgação do potencial didático delas.” Buarque acrescenta que o baobá é a árvore com mais exemplares tombados da cidade e que a prefeitura também quer valorizar espécies nativas, como gameleira e mangueira.

Resta aguardar para ver o quão efetivo será esse projeto.


Influência inglesa no Recife

foi lançada recentemente a terceira edição, revista e ampliada, de Esses Ingleses (pesquise também a estante virtual, para edições usadas), de autoria do pesquisador Rostand Paraíso.

O livro traz um apanhado da história e influência do povo inglês no Recife; um dos prefácios é do mestre Gilberto Freyre, que atribui ao povo britânico boa parte do desenvolvimento tecnológico e da modernidade da cidade. E o Recife moderno, do começo do século passado, é uma das obsessões de pesquisa de Rostand.

“Fascina-me, como um todo, o Recife pitoresco, vibrante, acolhedor e fraterno, daqueles tempos. Dos seus pontos de encontro, de seus bares onde pontificavam intelectuais e boêmios famosos, do Savoy, do Brahma Chopp, da esquina do Lafayette. Da Rua Nova e da Imperatriz, com seu comércio elegante. Da Rua do Imperador, com seus jornais, repartições públicas e estabelecimentos bancários. Da Pracinha do Diário, ponto de convergência dos movimentos cívicos. Do Recife dos grandes carnavais, do Recife alegre dos estudantes e das muitas pensões familiares com suas engraçadas histórias. Do Recife contestador, do Recife libertário”, explica Rostand.

Segundo o pesquisador, houve época em que os ingleses eram tudo para o Recife. “O inglês era tudo, ocupando, entre muitas outras coisas, os cargos de chefia da Pernambuco Tramways, da Great Western, do Telégrafo Inglês, da Recife Drainage. Tinham cemitério próprio (o Cemitério dos Ingleses, que existe até hoje), fundavam clubes e mais clubes sociais, e difundiram, entre nós, hábitos alimentares diferentes, inovando em matéria de bebidas e na maneira de tomá-las, modificando a maneira de vestir, e, acima de tudo criando conceitos de pontualidade e de disciplina que constratavam dos então vigentes entre nós.”

O Recife é uma das cidades do Brasil com maior influência estrangeira; além dos ingleses, também os holandeses deixaram suas marcas no urbanismo, e os franceses deixaram marca na arquitetura.


Bairros do Recife: Madalena

As diferentes realidades vividas em uma metrópole como Recife complementam-se para dar forma a esta cidade múltipla, onde diferentes raças, culturas e gêneros convivem intensamente, entrelaçando histórias e enriquecendo a vivência de seus moradores.

A Agenda Cultural do Recife, em seu passeio pelos bairros da cidade, encontra mais um recanto capaz de nos fazer conhecer o cotidiano da vida da capital pernambucana.

Um dos mais tradicionais bairros do Recife, o bairro objeto desse artigo destaca-se não só pela localização e pela qualidade vida de seus moradores, mas por trazer em seu nome uma feminilidade incomum a esta cidade que sempre traz o artigo masculino à frente de seu nome: “o” Recife tem apenas um bairro com o nome de mulher, a Madalena.

Para nos apresentar esta vizinhança que já se faz tão única, encontramos Sônia Bierbard, atriz e poetisa, que mora aqui há oito anos. Ela, que nasceu em São Paulo e mora no Recife há 31 anos, conta que morou muito tempo na Torre, bairro vizinho, e já freqüentava a Madalena, até decidir se mudar para cá. “Adoro morar na Madalena. É tranqüilo, arborizado e perto de tudo. Eu faço propaganda do bairro”, resume Sônia.

Começamos nosso passeio por um lugar emblemático para a localidade: o Museu da Abolição, que fica instalado na construção mais importante da formação do bairro, quando toda a área ainda era um engenho, o Sobrado da Madalena.

Madalena Gonçalves, inspiradora do nome do engenho, do sobrado e, por conseguinte, do bairro, foi esposa de Pedro Afonso Duro, dono de um dos engenhos mais produtivos da região. Neste mesmo sobrado ainda moraram nomes importantes da política local e nacional, a exemplo de João Alfredo Corrêa de Oliveira – importante abolicionista –, e Francisco do Rego Barros, o Conde da Boa Vista, um dos mais importantes chefes de Gabinete do Segundo Império; no prédio funciona atualmente a sede do IPHAN no Recife.

Após plantar a sua idéia, Sônia indica a pequena praça em frente à entrada do Museu, batizada em homenagem ao ilustre morador João Alfredo. Daqui podemos ver o início de uma das mais importantes vias de tráfego da cidade, a Avenida Caxangá. Do outro lado, a Rua Benfica, importante artéria que leva ao Derby.

Seguimos até encontrar o restaurante japonês Itiban, que Sônia lembra ter apoiado a peça Poesia ao vivo, encenada pela atriz por seis anos. “Muitos artistas freqüentam o restaurante”, afirma a guia.

Em seguida, chegamos a uma calma praça, que logo descobrimos ser a Praça Eça de Queiroz, que homenageia um dos mais importantes escritores da língua portuguesa.

Em frente à praça, mais um grande edifício está sendo construído. São muitos os novos prédios que testemunhamos emergir na Madalena. Apesar de ser um bairro tradicional e de moradores com uma boa média de renda, só agora o bairro parece viver um uma explosão imobiliária. Sobre o número cada vez maior de grandes prédios, Sônia comenta que “quando começa a verticalizar muito, a gente perde um pouco a noção do espaço, perde o horizonte”.

A próxima parada é no Centro Cultural Georges Stobbaerts, na Rua Padre Anchieta, onde encontramos o professor Paulo Roberto Nunes, pioneiro no ensino do Aikido em Pernambuco, há 18 anos em atividade. Ele conta um pouco da história do centro, que existe há oito anos, e diz que Pernambuco é o único estado do país que onde se ensina a arte do Tenchi Tessen – variedade em que se usam leques –, que nossa guia Sônia praticou.

Um pouco mais serenos e energizados, seguimos pela rua e encontramos a Hipérion Escola de Artes. Entramos para conhecer um pouco melhor o espaço, que nossa guia afirma já ter indicado para muitas pessoas que a perguntaram onde poderiam aprender a arte do teatro.

A Hipérion tem sete anos de existência e oferece ainda cursos de cinema, explica o dono, Wilson de Almeida, acrescentando que hoje o espaço conta com cerca de oitenta alunos. Além disso, ainda encena algumas peças e realiza eventos.

O mercado da Madalena
“Quando meu filho era pequeno vínhamos para o Mercado da Madalena para ver os passarinhos e peixes que eram vendidos”, conta Sônia Bierbard; os passarinhos e peixes ainda são vendidos no Mercado, que tem uma área destinada a produtos específicos para animais de estimação.
A variedade de estabelecimentos no mercado traz para cá uma enorme quantidade de pessoas. Sônia diz que vem, principalmente, em busca de temperos. Encontramos ainda sapatarias, restaurantes e bares, açougues, lojas de variedades, costureiras, bancas de frutas, verduras e legumes e mercearias.

Paramos no famoso bar Confraria dos Chifrudos. Fernando Correia, proprietário, conta que abriu o bar há 31 anos e que, neste tempo todo, “nunca faltou chifrudo”. Os chifrudos em questão têm direito até a carteira de sócio.

Logo em frente, um local importante para o mercado e para a vida cultural da cidade, o “Box Sertanejo”. Todos os sábados, a União dos Cordelistas de Pernambuco – Unicordel – realiza eventos no espaço mantido pelas irmãs Nelcita e Neurides. Aqui ainda encontramos discos de forrozeiros locais, muitos cordéis e diversos artigos regionais.

Em meio a diversos artistas como Chico Pedrosa, Paulinho Leite e a banda Fim de Feira, terminamos nossa exploração, certos de que essa mulher em forma de bairro chamada Madalena contribui para a rica cultura da Cidade do Recife com arte e charme.

Ver também: história do bairro da Madalena, pela Fundação Joaquim Nabuco.

Fonte: site do Governo do Recife.


Missa do Vaqueiro, Serrita

Anualmente, em agosto, a cidade de Serrita, no sertão pernambucano (536 km de Recife), celebra os festejos da já tradicional Missa do Vaqueiro, para lembrar a morte do vaqueiro Raimundo Jacó; o evento acontece no Parque Nacional dos Vaqueiros.

Covardemente assassinado com uma pancada na cabeça em 1954, ele tornou-se símbolo da vida dura dos vaqueiros da região. Para homenageá-lo, o padre João Câncio, apoiado pelo primo famoso de Jacó, o rei do baião Luiz Gonzaga, passou a celebrar missa em protesto contra o crime nunca desvendado.

O evento entrou para o calendário turístico pernambucano, e , em Serrita, microrregião de Salgueiro, no Sertão, a 536 quilômetros do Recife.

Esse ano, a estimativa é que a Missa atraia 50 mil pessoas de todo o Nordeste, e algumas novidades devem ser apresentadas. “A cada ano que passa, procuramos mostrar a beleza da cultura sertaneja, em especial dos vaqueiros, fazendo com que ela se fortaleça mais e mais”, declara Helena Câncio, presidente da Fundação Padre João Câncio, organizadora do evento, com apoio da Fundação João Monteiro Filho e Governo do Estado.

Uma das mudanças esse ano é a nova versão de Rezas de sol, trilha sonora da missa, composta por Janduí Finizola, que será homenageado na ocasião. “Ela está sendo ensaiada por músicos conhecidos do público, entre eles Santanna, Maciel Melo e Josildo Sá. A trilha será tocada durante toda a missa, que começará pontualmente às 10h”, garante Helena.

Diversos artistas populares, que se apresentam em um grande palco montado no Parque dos Vaqueiros, ajudam a animar o evento.

O vídeo abaixo mostra a Missa de 2008: